Representantes da Univesp participam do lançamento do Projeto Cidades Carbono Neutro

Representantes da Univesp participam do lançamento do Projeto Cidades Carbono Neutro

Notícias UNIVESP Representantes da Univesp participam do lançamento do Projeto Cidades Carbono Neutro Página inicial / Medida com recursos de R$ 31 milhões reúne pesquisadores de diversas instituições; ação prevê planos emergenciais voltados à crise climática 10/12/24 Com informações do IPT O presidente da Univesp, Professor Marcos Borges, e o assessor da presidência, Ricardo Caceffo, participaram nesta terça-feira (10/12) do lançamento do Projeto “Centro de Ciência para o Desenvolvimento (CCD) Cidades Carbono Neutro”, na sede do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). O objetivo é fazer frente à emergência climática nas cidades, torná-las mais resilientes ante crescentes concentrações de carbono e metano, ilhas de calor, escassez hídrica e tempestades. A cerimônia de abertura contou com as presenças do diretor-presidente do IPT, Anderson Correia, da Secretária Executiva de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado de São Paulo, Stephanie Costa, do presidente da Fapesp, Marco Zago, do prefeito de São José dos Campos, Anderson Faria e da engenheira e pesquisadora da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) e responsável pelo projeto, Liedi Bernucci. Segundo Bernucci, a ideia é contribuir com as cidades existentes, para gerar políticas públicas e multiplicar conhecimento. “Assim poderemos atender as necessidades atuais dos municípios, para promover o bem-estar, a solidez econômica e termos uma sociedade saudável em todos os sentidos, sem comprometer a vida das gerações futuras e, para tanto, equilibrando de modo harmônico os aspectos sociais, ambientais e econômicos”, disse. O valor total do projeto é de R$ 31 milhões, sendo cerca de R$ 9,8 milhões da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e outros R$ 6,2 milhões de empresas privadas. O restante deverá vir de contrapartidas econômicas como homens/hora das instituições de pesquisa, e recursos de órgãos governamentais, entre outros. Serão 76 o total de pesquisadores envolvidos. Participam da iniciativa uma instituição de fomento, nove instituições brasileiras de pesquisa em C&T e outras sete internacionais, nove empresas, sete ONGs e sete órgãos governamentais, entre eles, a Univesp. No quesito governança, a coordenação geral caberá à presidência do IPT e, a gerência executiva, ao seu Núcleo de Sustentabilidade e Baixo Carbono (Nuscarbon). Últimas Notícias Representantes da Univesp participam do lançamento do Projeto Cidades Carbono Neutro Notícias UNIVESP Representantes da Univesp participam do lançamento do Projeto… 10 de dezembro de 2024 Carregar mais Notícias em Destaque Vestibular da Univesp 2025 oferece 819 vagas na região Central Notícias UNIVESP Vestibular da Univesp 2025 oferece 819 vagas na… 20 de fevereiro de 2025 Representantes da Univesp participam do lançamento do Projeto Cidades Carbono Neutro Notícias UNIVESP Representantes da Univesp participam do lançamento do Projeto… 10 de dezembro de 2024 Estudantes da Univesp criam material didático personalizado para auxiliar crianças com TDAH Notícias UNIVESP Estudantes da Univesp criam material didático personalizado para… 4 de abril de 2024 Carregar mais

Encontro da MetaRed TIC Brasil discute inclusão, expansão do EAD e futuro da educação

As discussões do segundo dia do 6º Encontro Nacional da MetaRed TIC Brasil foram abertas nesta sexta, 1º de novembro, com uma palestra sobre inclusão, conectividade e letramento digital, com o presidente da Univesp, Marcos Augusto Francisco Borges, e o presidente da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), João Mattar. Com mais de 80 mil alunos, sendo a maior universidade pública de graduação do país, a Univesp já formou mais de 16 mil alunos ao longo de seus 12 anos de vida. Para falar sobre diversidade e inclusão na IES, Marcos Augusto contou um pouco sobre a história da IES e sua estrutura. Ele destacou, por exemplo, que os cursos de licenciatura são os com maior concorrência, perguntando se a falta de interesse dos estudantes por determinados cursos não é decorrente do formato destes programas. Ele apresentou ainda alguns dados sobre o perfil dos estudantes da IES, destacando questões como a quantidade de alunos com algum tipo de deficiência e neurodivergência ou aqueles que são o primeiro da família a ingressar em uma universidade. Marcos Augusto destacou também a força do canal do YouTube da IES, com todas as aulas com legenda e audiodescrição, por exemplo. “Essa acessibilidade deixa nossos alunos mais confortáveis para acompanhar as aulas e concluir o curso”, disse ele apontando a abrangência de inclusão da IES em termos geográficos, flexibilidade de horário, etária e econômica. Segundo ele, as IES precisam estar atentas a todos os tipos de inclusão. “Incluir é uma tarefa contínua”, finalizou. Palestra sobre cidadania na era digital abre 6º Encontro MetaRed TIC Brasil Em seguida, João Mattar,  pesquisador e presidente da ABED, apresentou um pouco do projeto Desenvolvimento de Competências Digitais em Educação, cujos objetivos vão desde a revisão da literatura sobre o tema à análise da experiência de gestores, educadores, estudantes e outros profissionais em relação ao uso de tecnologias digitais da informação e comunicação. Em sua fala, o pesquisador destacou, por exemplo, a falta de instrumentos de avaliação de competências digitais para os próprios estudantes e o trabalho do projeto em desenvolver esse questionário para tentar relacionar, por exemplo, o nível de competência com evasão e comparar o nível dessas habilidades no início e no final do curso. Inclusão feminina Quais os números da presença feminina no ensino superior? E apesar da maioria dos estudantes de graduação serem do sexo feminino, qual a efetiva participação delas no mercado de trabalho de tecnologia, que está em expansão no momento? Essas foram algumas questões discutidas também no encontro da MetaRed. Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp, apresentou alguns números do ensino superior para contextualizar a presença das mulheres no ensino superior e na área TIC. “Os dados são positivos, por um lado, mas tem números preocupantes que precisamos evoluir e melhorar. Uma ótima notícia, por exemplo, é o crescimento de 61,5% da participação das mulheres em relação ao total de matrículas, por exemplo, no período dos últimos 13 anos, de 2010 a 2023”, citou. “A participação majoritária das estudantes do sexo feminino atualmente é de 59,2%, com o aumento dessa participação na modalidade presencial e queda no EAD”. Em relação a cursos de TI, Capelato apontou que, nos últimos 10 anos, a participação feminina aumentou em todos da área, mas ainda se mantém muito baixa, menos de 20%. Em seguida, Cristina Ares Elisei, coordenadora do GT Mulheres na TIC, antes de iniciar as discussões do painel “A hora agora é delas: como o mercado está aberto para mulheres na tecnologia?”, começou apontando que existe sim um lugar de fala para as mulheres em todas as áreas, inclusive cursos majoritariamente frequentados por homens. “Nosso GT tem apenas dois anos e tem como motivação o aumento da participação feminina em cargos de gestão e no setor de tecnologia, focado na educação superior”, explicou antes de apresentar alguns dos projetos encampados pelo grupo, como um podcast, um curso de liderança, um diretório de mulheres na área TIC e um estudo focado na América Latina para saber onde estão essas mulheres, entre outros. Lubienska Jaquiê Ribeiro, diretora Acadêmica da Univesp, iniciou o painel afirmando que não nasceu engenheira. “Estamos na universidade e em cargos de gestão, mas ainda somos poucas e não somos vistas, infelizmente. Não é qualquer empresa que tem a coragem de contratar uma mulher para um cargo de gestão porque temos que nos provar o tempo todo”, lamentou. “Nós não nascemos líderes, nós nos tornamos líderes, inclusive os homens. Mas para as mulheres isso é mais difícil”, disse antes de falar mais sobre seu trabalho na Univesp e de como a IES é inclusiva na questão feminina com pautas como mães solos, por exemplo. Cida Zem, da Fatec Jahu, compartilhou sua experiência como mulher “da área dura”, formada em Ciências da Computação. “Sempre tive mulheres que me inspiraram, inclusive na academia”, afirmou ela lembrando que toda as mulheres têm uma história e uma superação. “Atualmente, tenho estudado as alunas da Fatec e suas competências STHEM”, prosseguiu apontando que a IES tem mais alunos homens, mas que não precisa ser assim. Governança e Inteligência Artificial No período da tarde, Ernesto Chinkes, da Metared Global, e Fábio Cespi, diretor do Lyceum, falaram no painel Governança de TI, InteligêncIA e Inclusão Digital. Cespi apresentou um panorama da educação superior no Brasil, especialmente do setor privado como negócio que precisa ser capitalizado, além de apontar tendências tecnológicas, entre elas a Inteligência Artificial, grande coqueluche do momento. Ele começou mostrando alguns resultados de uma pesquisa do BTG Pactual que traz dados sobre a receita e rentabilidade das IES de capital aberta, que apontam que a receita está estagnada e as instituição não conseguem repassar preços para os alunos. “A pesquisa indica também que as IES estão investindo cada vez mais em automação para que trabalhos manuais sejam substituídos por tecnologia, com o setor sendo ameaçado, por exemplo, por mudanças comportamentais, com os estudantes deixando de ingressar no ensino superior para apostar em BETs e apostas virtuais”, lamentou listando outros desafios como a regulação, concorrência, questões comportamentais, tecnológicas,

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